" Leve é o Corpo que se solta, Livre é a Alma que se entrega ao Amor.... Segue O que se ergue no Horizonte!"

- Grande Mãe, recebida por Ísis de Sírius

04 agosto, 2013

Caminhar

Saber caminhar é saber seguir o Coração.
Aceitar que a nossa própria Jornada é feita de ciclos, e que onde acaba um, outro começa.
Aceitar a mudança de Consciência que daí advém... todas as experiências enriquecem a nossa Alma, o nosso Ser Interno...
Sem arrependimentos, olhar para trás e compreender que tudo é aprendizagem e experiência.
Sem desilusões, porque as pessoas entram e saiem das nossas vidas, mesmo as que mais amamos, conforme o Grande Plano... ninguém fica para sempre, mas podemos guardar no coração um bocadinho de cada um que foi importante para nós.
Saber caminhar com Coragem, porque muitos são os testes... e o mais importante não é saber se passámos, mas sim como lidámos com eles.
Saber caminhar em equilibrio... um pé a seguir ao outro, serpenteando pela Estrada da Vida, aceitando que Luz e Sombra são duas faces de uma única moeda que é nossa.
Saber caminhar com visão, com intuição, seguindo o nosso próprio caminho... não seguir ninguém, não seguir pegadas...
Não sei ainda onde os meus passos me levam... a estrada só me mostra o que é visivél até à próxima encruzilhada, conforme o meu merecimento. Mas sei como quero continuar a caminhar... com entendimento, razão e fé, com amor e compaixão, com confiança, mas sobretudo e mais importante... com Integridade e Humildade, porque o que levamos conosco quando chegar o momento da Grande Viagem, é a nossa esseência e experiência... E eu vou querer olhar para trás e sorrir, sabendo que por onde quer que tenha caminhado, por estradas estreitas ou amplas, por caminhos sinuosos ou vales fertéis, por lodaçais ou montanhas, de dia ou de noite, saberei que percorri a Grande Estrada da Vida, seguindo o meu Coração... e que fui fiel a mim mesma e mantive a minha integridade.
Sem Integridade, não se integra o Divino.

~ Isis de Sirius

30 junho, 2013

Considera...

Considera as tuas mãos como a minha ferramenta para agir no seio da Humanidade.
Considera o teu Ventre, como o meu portal para a trazer á Luz.
Considera os teus olhos, como a minha Visão no Mundo e a tua boca para que Eu o possa abençoar.
Considera a tua Vontade, como a minha Força Férrea... a mesma que atribuí a todas as Mulheres.
E o teu Coração... como o meu próprio Coração.
Usa-o para amares simples e incondicionalmente!

Considera a tua Alma... e a das tuas Irmãs, como partes da minha Essência.
É através dela, que estou presente no Mundo e é através das Mulheres que o posso sanar.

~Grande Mãe Isis, por Isis de Sirius


15 junho, 2013

As mulheres falam demais...

por Mirella Faur

Fazendo uma retrospectiva histórica e mitológica do papel da mulher ao longo dos tempos, constatamos seu papel milenar como mediadora entre os planos divino e humano. Desde os primórdios da humanidade, coube às mulheres a responsabilidade de perceber os avisos, os sinais e as manifestações sobrenaturais e transmiti-los à comunidade. Durante os 35 mil anos em que Deus foi mulher, as mulheres – as representantes da Deusa na Terra - foram respeitadas por seu poder de conceber e nutrir a vida e por sua profunda conexão com os planos sutis.

As mulheres eram regidas pela Lua e a ela estavam conectadas por meio de seus ciclos menstruais. Considerada uma representação da Deusa, a Lua era honrada pelas mulheres por meio de reuniões, em sua fase menstrual, nas quais se dedicavam à introspecção, ao silêncio, à cura e à conexão com o divino. Esse retiro visava não somente a renovação e o fortalecimento pessoal, mas era também uma oportunidade de trabalhar em benefício da comunidade.



A percepção sutil intrínseca à natureza feminina tornava-se muito mais ampla e aguçada durante a menstruação, permitindo às mulheres atravessarem mais facilmente os véus que separam os mundos. Ao retornarem de seu isolamento, as mulheres traziam mensagens e orientações dos ancestrais, dos seres da natureza e da Deusa, sendo assim reconhecidas e honradas como porta-vozes do além.

Nas culturas matriarcais do período neolítico, a mulher continuava desempenhando sua função de intermediária entre o sagrado e o profano, fosse como sacerdotisa, profetisa ou visionária. Ao visitar lugares sagrados em Malta, Sicília, Creta e Grécia, pude comprovar in loco a existência de inúmeras câmaras oraculares, de nichos para sonhos incubatórios e de janelas especiais nas paredes dos inúmeros templos, onde a comunidade ia para ouvir a voz da Deusa manifestada em suas sacerdotisas.

Localizado na Grécia, em Delphi, o mais famoso oráculo do mundo antigo era dedicado a Python, a grande serpente sagrada, filha partenogênica da Terra que personificava o espírito profético de Gaia. Lá, após rigorosas purificações e preparações, as sacerdotisas oraculares – chamadas pitonisas – entravam em transe e transmitiam as mensagens para todos aqueles que as procuravam. Mesmo após a usurpação do templo pelos sacerdotes de Apollo, o oráculo continuou sendo atributo das sacerdotisas, pois Python transmitia seus segredos apenas às mulheres.

Com o advento das sociedades patriarcais, as mulheres perderam seus direitos, sendo dominadas, subjugadas e silenciadas. No Império Romano, as mulheres ainda desempenhavam funções sacerdotais, mas foram excluídas da vida social, não tendo permissão para estudar ou para falar em público. A educação era reservada apenas às cortesãs, para que pudessem entreter os homens com sua erudição. O cristianismo, por meio de seus dogmas, proscrições e proibições, marginalizou e aniquilou definitivamente os valores femininos, excluindo as mulheres do sacerdócio, relegando-as às funções procriadoras e ao serviço do lar, da família e da comunidade.

Por não ter sido criada à imagem e semelhança de Deus (mas da costela do homem), por ter tentado comer da Árvore do Conhecimento e por ter sido castigada com a expulsão do Paraíso, a mulher tornou-se a origem de todos os males infligidos à humanidade, a fonte do pecado, do mal e da luxúria. A conseqüência foi sua total desconsideração, passando a ser julgada incapaz de pensar e proibida de falar. A repressão religiosa, familiar e social colocou vendas nos olhos e mordaças na boca das mulheres, que, outrora, representavam a origem da vida e a fonte da sabedoria.

Após os horrores da Inquisição, as mulheres levaram ainda alguns séculos para emergir da escuridão, até que, no início do século passado, conseguiram recuperar o direito de falar, trabalhar e votar. O século XX pode ser considerado a retificação dos dezenove séculos de opressão e silêncio forçado, facilitando a compreensão do movimento feminista como um pêndulo oscilando entre dois extremos.



Ávidas por expressão, as mulheres foram à luta na tentativa de recuperar o tempo perdido. Hoje ninguém mais duvida de sua capacidade, seja na área social, política, econômica ou científica, seja na área literária, artística, terapêutica ou mística. Pagando o alto preço da jornada dupla ou tripla de trabalho, a mulher saiu do anonimato e está conquistando um lugar ao sol, competindo de igual para igual com os homens. E é neste ponto que o pêndulo perde seu equilíbrio: as mulheres, ao assumir características que não são intrínsecas à sua natureza - imitando o comportamento e apropriando-se dos valores ou do linguajar masculino – exageram sua auto-afirmação e querem ser ouvidas a qualquer custo.

Talvez por isso a mulher fale demais, esquecendo-se que somente no silêncio pode ser ouvida sua voz interior; que sua força não vem da agressividade ou da combatividade, mas sim da compreensão, da sensibilidade, da criatividade, da ponderação e da sabedoria. Por mais que o mundo exterior a solicite, pressione ou agrida, a mulher moderna precisa relembrar como se proteger e como se fortalecer, buscando dentro de si seu verdadeiro eu, ouvindo sua sabedoria inata e expressando, com convicção e competência, seu potencial de maga: saber, querer, ousar... e calar.

08 junho, 2013

Acordem Crianças do Arco-Íris

Eu estava lá...
Eu presenciei o nascimento e a evolução da 4ª Raça!
Assisti ao nascimento da mente e do ego na Alma dos homens e vi quando arrancaram do ventre da Mãe Terra, os seus filhos mais preciosos... todos nós sentimos a sua dor. As gemas que sustentavam todo o seu corpo e que os filhos atlantes usaram para fins egoístas... implantaram a tecnologia e deram-lhe um poder sem limites com estes cristais, na vã tentativa de manipularem os poderes dos "Filhos do Ovo"- "Nós"... os da 3ªRaça.
Poderes esses que nunca entregámos, Sabedoria Sagrada que sempre escondemos no Coração da Terra, longe da ganãncia desta nova geração.
E os que de nós sobreviveram, implantaram uma nova Lemúria no coração da Terra, a que mais tarde foi chamado de Agartha... e lá permanecemos até hoje.
Vimos o fim da 4ªRaça e o surgimento de uma 5ª... menos poderosa, mas tão ávida de poder... e eis que agora vislumbramos as sombras de algo novo, uma Criança ainda no Horizonte que vai tomando forma e que vem para resgatar toda uma Humanidade, a 6ª Raça Raíz que juntará todos os Filhos da Terra e das Estrelas, cujos corações puros firmarão arco-íris no Horizonte.

E eu, uma Filha do Ovo, da Grande Serpente... aguardo o momento oportuno, para semear uma nova esperança nos seus corações.

Os meus murmurios são levados pelo vento... e a minha voz ecoa na noite, e eu vos digo:
- Acordem Crianças do Arco Íris e devolvam os Cristais à Terra! Restabeleçam o equilíbrio da Criação... dêem as mãos e quebrem a malha da Ilusão!

- Z, por Isis de Sirius
(Susana Duarte em Viagens da minha Alma, © Copyright 2012- direitos reservados)
Direitos de Imagem: Carlos Ortega Elizalde 2012




Lembro-me de como tudo começou... quando os meus ancestrais cruzaram os céus e colonizaram esta Terra. Quando construiram a primeira estátua em honra de Khiet-Sin para que jamais esquecêssemos a nossa origem. A nossa casta era Azul, tal como a nossa Estrela.
Mas sacrifícios tiveram que ser feitos para que sobrevivêssemos num planeta que não era o nosso, em que os que o habitavam antes de nós eram hostis.... mas haviam outros, os Filhos do Ovo. Ricos em Sabedoria Antiga e que se juntaram a nós.
Sacrifícios foram feitos... para que as castas fossem esquecidas. Para que o sangue de ambos os nossos povos se diluísse num só... para pôr fim ás disputas pelo poder.
Foram tempos conturbados, em que se vivia e morria pela Terra... e em que me deixei ficar por amor aos que me eram queridos e preciosos.
Fui-me deixando ficar, até que a Barreira de Frequência se assentou, não nos deixando ver para fora...
Sirius passou a ser apenas mais uma estrela brilhante no céu nocturno.
Mas de vez em quando o Coração bate mais forte e abana a Alma, acordando para a re-conexão.
No fim dos Tempos é chegada a hora de uma nova casta emergir... uma nova raça, enraízada na Terra, mas com a cabeça nas estrelas.
E nestes tempos que são o Momento Presente... a minha estrela pulsa brilhante e azul, como o piso do Templo da Atlântida.
A ponte ergue-se... só falta atravessá-la.

Isis de Sirius
em Viagens da minha Alma, de Susana Duarte
Copyright ©2013

crédito de imagem: desconhecido

07 junho, 2013

Eu Sou

Eu Sou a Espiral que deu a Origem ao Mundo.
Eu Sou a mão que lhe deu a forma,
Eu Sou a Fonte da Vida, o barro com que se criaram todas as coisas.
Eu Sou o Mar, sou os rios, sou os lagos, sou as águas profundas de onde brotam todas as Almas... e para onde retornam para se purificarem...
Eu Sou as raízes nodosas, de todas as árvores... sou a Sabedoria da Eternidade!
Eu Sou a Terra, sou a Floresta Virgem... sou a Selva transbordante de Vida... sou a areia do Deserto... onde a serpente se aquece e se refugia.

Eu Sou o Útero que acolhe todos os homens...
Sou o sangue que regenera a Humanidade.

Eu Sou o Impulso Transformador, aquela que te desperta...
Sou a onda de calor que nasce no ãmago de Ti mesma, que te esventra, que te avassala, que te preenche.
Sou a vertigem, que te desorienta para Te encontrares...
Eu Sou a Voz que te sibila ao ouvido... todos os segredos que Tu já esqueceste
Sou a Visão que não queres ver, sou a outra face de Ti mesma!
Olha-me de frente se tens coragem... Eu Sou a Naja da Tua Vontade!

- Lilith por Isis de Sirius (Fev, 2012)


#EuSou

Absorta desta realidade fingida
Alheia às hostes da Ilusão,
Percorro o Caminho da Vida,
Os meus pés calcam o chão
E atraio a mim a Luz Divina e fluida
Enquanto os meus dedos alcançam o Céu,
E tecem fios... fios de uma Magia muito Antiga,
que ancoro do núcleo de Miguel Áton...
Iluminando-me como uma Jóia polida;
Ampliando a minha Consciência desde a Era de Mú...
Energia Atlante, ressonante... transcendida.

Toco o meu Coração, o Centro de Mim Mesma... é brilhante e Azul!

OM Miguel Áton... OM Rá! ♥♥♥

~Isis de Sirius